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Fábio Koff vence a CBF abril 12, 2010

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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O presidente do Clube dos Treze, Fábio Koff, venceu, hoje à tarde, a reeleição para a presidência do C-13. Com a vitória por 12 votos a 8, o gaúcho se manteve no comando da entidade da qual foi um dos fundadores e que, apesar do nome, representa 20 clubes de futebol brasileiros.

Nos bastidores da eleição, a CBF tentava, de todas as maneiras possíveis, convencer os clubes a votar em Kléber Leite, candidato de Ricardo Teixeira, mas o ex-presidente do Grêmio venceu a batalha contra a CBF e garantiu sua permanência no poder no C-13, mesmo contra o presidente da instituição máxima do futebol brasileiro.

Apesar da vitória, oito clubes seguiram a onda de Ricardo Teixeira e suas artimanhas. São eles: Corinthians, Santos, Cruzeiro, Botafogo, Goiás, Vitória, Vasco e Coritiba. Convém prestar atenção nos motivos que levaram estes clubes a tal escolha. Principalmente depois das denúncias contra Botafogo e Corinthians.

Cabe agora ao presidente Fábio Koff evitar os problemas de uma possível cisão dentro do Clube dos Treze, entre os que votaram em Kléber e os que votaram em Koff. Uma de suas principais missões será a criação de uma Liga Nacional com 40, não mais 20 clubes.

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Silas precisa mudar o meio campo março 8, 2010

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Após a magra vitória do Grêmio por 1 a 0, com péssima atuação, sobre um dos times de pior campanha no Gauchão 2010, o Porto Alegre, em pleno estádio Olímpico, o técnico Silas começa (na minha opinião tardiamente) a sofrer pressão interna (e superior) para acabar com certos protecionismos e melhorar definitivamente o setor central da equipe. O próprio presidente Duda Kroeff, falando como torcedor em entrevista ao final da partida, destacou que, na sua opinião, seria preciso melhorar algo no meio campo.

Para quem vem acompanhando o Tricolor neste início de temporada fica claro que o maior problema do Grêmio 2010 está na dupla de volantes escolhida por Silas para compor o setor. Ferdinando tem sérios problemas de base. Segundo o site do jornal Zero Hora, o atual primeiro volante do time de Silas não era jogador profissional até os 21 anos. Ganhava a vida como vendedor ambulante, pedreiro ou trabalhando na roça e não passou por trabalho de base em nenhum clube. Willian Magrão, mesmo ainda sem o ritmo de antes da lesão, pode ocupar a primeira função do meio campo com muito mais qualidade.

Mas além de Ferdinando, Adilson como segundo volante também é melhor que Rochemback.  Enfim, o setor que deveria dar sustentação ao meio campo, desarmando e passando a bola com efetividade e precisão para os meia-atacantes desenvolverem as jogadas, não funciona. Além de não desarmarem eficientemente, quando conseguem o desarme nenhum dos dois consegue acertar mais de 3 a cada 10 passes tentados. Uma ineficiência visível para qualquer um que acompanhe o time do Grêmio. Como frisei em outro post: Só Silas não enxerga!

Enfim, parece que tudo que eu já havia destacado sobre o setor, há pelo menos duas partidas, está vindo à tona e começa a pressionar o técnico Silas para mudar o meio e acabar com os protecionismos descabidos, como o de Ferdinando, ex-Avaí e religioso, como o treinador.

Invencibilidade

Apesar das cobranças, o técnico fez questão de tentar desviar a atenção destacando a invencibilidade de 47 jogos do Grêmio no estádio Olímpico (com a vitória, o Tricolor ultrapassou o recorde anterior, de 46 jogos sem perder em casa, que pertencia ao Inter). O que na verdade Silas não percebe é que sua participação nesta façanha é mínima. Não poderia nem mesmo usá-la para rebater as críticas acerca de um jogo medíocre.

Desde que começou a treinar o Grêmio, o técnico não enfrentou, no Olímpico, nenhum time de primeira ou mesmo segunda linha do futebol brasileiro. O clube mais tradicional que o Tricolor enfrentou em casa foi o Caxias, que encontra-se na Série C do Brasileirão. Não houve enfrentamento nem mesmo com clubes da Série B dentro do Olímpico sob o comando de Silas. Ou seja, a manutenção da invencibilidade até agora, dada a qualidade e folha de pagamento das equipes adversárias, não é mais que uma obrigação do comandante.