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Problemas com invasão no blog abril 30, 2010

Posted by eduardotrindade in Jornalismo Participativo.
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Prezados leitores.

Infelizmente, por motivos que desconheço e que só posso atribuir a um ato de vandalismo puro e simples, algum tecnólogo espertalhão entrou em meu blog e publicou um post sem texto, apenas com um título contendo uma palavra obscena.

O post ficou no ar por mais de 10 horas, pois foi publicado ontem à noite e só fui perceber ao postar o último texto, hoje pela manhã, sobre a vitória do Grêmio no Rio de Janeiro. A brincadeira de mau gosto já foi deletada e, obviamente, efetuei a alteração de senha para evitar outra invasão.

Para aqueles que viram o ridículo post, peço sinceras desculpas. Mesmo sendo a invasão algo que foge de nosso controle, é a imagem e credibilidade deste blog que não desejo ver maculada por este vandalismo despropositado. Aqueles que me acompanham podem ter certeza que continuarei, como sempre, tendo o maior cuidado com o conteúdo que publico.

Agradeço a compreensão.

Atenciosamente,

Eduardo Trindade

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Cuidado com as falsas estatísticas março 24, 2010

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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O Grêmio é o time com melhor aproveitamento em 2010, entre os clubes que disputam os principais campeonatos estaduais do Brasil. Segundo a estatística, o time do técnico Silas tem 83% de aproveitamento nos jogos pelo Gauchão e Copa do Brasil. É um aproveitamento maior que o da sensação do momento (o Santos de Robinho, Neymar e Ganso) que contabiliza 81% de aproveitamento.

É aí que reside o maior perigo. O Grêmio ainda está longe do padrão de futebol apresentado por Robinho e seus companheiros em 2010. O técnico gremista continua insistindo com jogadores protegidos e de baixa qualidade como Ferdinando e William e se recusa a admitir que os garotos da base possam substituir os dois ex-Avaí.

Para qualquer analista de futebol (exceto para Silas) tanto Fernando, quando Willian Magrão teriam muito mais condições de desempenhar com qualidade a primeira função do meio campo gremista. Já falei e repito que, com Ferdinando, o Grêmio não deverá ir muito longe. O jogador é limitado e pode prejudicar profundamente a equipe se não for sacado o quanto antes.

Além do volante, outro ex-Avaí povoa os pesadelos dos torcedores gremistas. William é um jogador de área de pouca habilidade e já mostrou, nas cinco partidas em que substituiu Borges (lesionado), que não tem condições de compor nem mesmo o banco de um time como o Grêmio. A jovem revelação, Mithyuê, tem entrado em seu lugar nos últimos 20 a 30 minutos e jogado muito mais que o pesado camisa 9. Silas, contudo, insiste em não concordar e deverá manter seu protegido até o retorno de Borges.

Exatamente por isso, a notícia de que o Grêmio é a equipe brasileira de melhor aproveitamento na temporada é extremamente perigosa. Pode levar o técnico Silas a acreditar que as coisas estão boas como estão e que ele poderá manter suas proteções e convições, pois os resultados estão vindo.

É preciso que alguém de dentro do clube diga a Silas que com o Inter de 2009 foi assim também. Até o início do Brasileirão o Internacional tinha o melhor aproveitamento no Brasil e mesmo assim não conquistou nada além do estadual. Exatamente o campeonato que distorce a realidade pelo baixo nível da maioria das equipes do interior gaúcho.

É impossível comparar, por exemplo, o aproveitamento do Grêmio (que enfrentou apenas o Inter como time de Série A e perdeu) com o do Santos que já bateu de frente com SPFC, Corinthians, Palmeiras e outros paulistas de qualidade. Cabe lembrar, por exemplo, que o Votoraty (time que deu extremo trabalho ao Tricolor no jogo de ida da segunda fase da Copa do Brasil) integra apenas a Série A2 do Paulistão.

Infelizmente, esta é a mais pura realidade.

Os problemas do Grêmio março 1, 2010

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Apesar da conquista do título da Taça Fernando Carvalho (primeiro turno do Campeonato Gaúcho), o Grêmio segue sendo alvo de muitas críticas por parte da imprensa e setores da torcida.

Concordo com algumas destas críticas, mas não posso concordar com o pessimismo total de Wianey Carlet que, em sua coluna de ontem no blog, detona com toda e qualquer evolução que o time possa ter apresentado nos dois meses iniciais da temporada.

É óbvio que não há como mostrar evolução perdendo QUATRO de seus jogadores considerados titulares. Ainda no primeiro tempo o centroavante Borges, referência do ataque, saiu com lesão muscular e deve desfalcar o time nos próximos jogos.

Antes da partida contra o Novo Hamburgo, o Grêmio já tinha perdido nada menos que Souza, Lúcio e Leandro. É impossível, para qualquer um que conheça futebol, repor estas peças sem perder ao menos um pouco da qualidade que o time tinha com eles em campo.

Abaixo, entretanto, listo os problemas que afligem o torcedor Tricolor neste início de temporada.

Defesa que não desarma

Como falei acima, concordo plenamente que algumas das opções do treinador precisam ser repensadas urgentemente. Ferdinando não pode ser absolvido da precária condição técnica, que na minha opinião não o habilita nem mesmo ao banco gremista, por causa de um gol de falta. Ainda que este seja o gol do título.

A entrada de Magrão (ou Fernando) e Adilson neste meio de campo em substituição aos atuais dois volantes titulares (Ferdinando e Rochemback) deveria ser a prioridade máxima do técnico Silas.

Infelizmente, duvido muito que tais alterações sejam postas em prática, afinal, o limitado volante trazido do Avaí é da mais alta confiança do treinador. Talvez Adilson recupere o posto de Fábio Rochemback, mas o pior de todos deverá permanecer.

A defesa talvez melhore com uma melhor proteção dos meias defensivos, mas por enquanto representa risco constante.

Do meio pra frente as lesões incomodam

Com relação aos meia atacantes, creio que as melhores opções com as ausências de Souza e Leandro sejam mesmo Douglas e Hugo (talvez com Maylson em jogos que demandem mais marcação por parte do meio campo).

No ataque, na minha humilde opinião, outro problema. Por mais que os gols tenham saído recentemente, não vejo em Jonas as soluções para a segunda função do ataque. O atacante é limitado tecnicamente, erra muitos passes e continua perdendo inúmeros lances de ataque, ainda que compense com alguns gols, oriundos acima de tudo da garra de sempre.

Ainda no ataque, a grande perda do domingo foi o goleador Borges. William é um reserva esforçado, mas de características bem diferentes daquelas do ex-são paulino. É mais trombador e de posicionamento, mas tem muito menos velocidade e técnica. Os gols de Borges com certeza farão falta enquanto ele estiver fora.

Talvez, durante o período de recuperação do camisa 9 titular, seja melhor o técnico Silas optar por mais um jogador de meia cancha que possa se juntar ao ataque (Mithyuê pode ser boa opção), ao invés de lançar mão do ex-centroavante do Avaí.

Seria um 4-5-1 com meias que podem perfeitamente se revezar na segunda função do ataque (Hugo, Douglas e Mithyuê). Quando estiverem novamente na ponta dos cascos, prefiro mil vezes um ataque com Leandro e Borges que o atual, formado com Jonas. Ainda que muitos me considerem louco por criticar o atual camisa 7.

A casamata Tricolor

Aqui reside minha principal crítica ao Grêmio 2010. Não considero ruins as idéias de Silas a respeito de futebol e estruturação tática. Contudo, certos protecionismos, visíveis na equipe Tricolor atual, como o do volante Ferdinando, podem dar a entender que o técnico Silas está deixando sua religião ou bondade atrapalhar seu profissionalismo.

Entendo que o treinador seja eternamente grato pela dedicação de Ferdinando, que provavelmente seja da mesma igreja que o comandante, na boa campanha do Avaí no Brasileirão 2009. Mas Silas não pode querer retribuir, como um bom pastor, dando agora oportunidade no Grêmio para um jogador que, tecnicamente, não serve nem para o banco no atual grupo gremista.

É o primeiro grande problema do ano para a direção Tricolor enfrentar. Meira, Duda e sua turma não podem deixar que pratas da casa de qualidade como Fernando, Willian Magrão e Adilson, esquentem o banco para o fraco Ferdinando.

É preciso tomar alguma atitude já, antes que o Grêmio pague o preço caro de uma eliminação na Copa do Brasil, por conta da gratidão de Silas com o volante.

A Vivo me mata! janeiro 17, 2008

Posted by eduardotrindade in Jornalismo Participativo.
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É possível que, se eu não andasse com a pressão controlada e com o coração em bom estado, hoje eu tivesse sofrido um ataque cardíaco ou um AVC enquanto tentava resolver um problema com meu serviço de conexão Vivo Zap 3G. Aliás, obviamente, ainda não resolvido. Sim, estou postando com linha discada por causa destes incompetentes. Por isso vou evitar os hyperlinks, neste post, sorry.

O nível de irritação aumentava a cada telefonema que se repetia. A cada transferência até o setor de dados todas as explicações e informações tinham que ser dadas novamente. É incrível que o sistema deles não armazene a informação para evitar a repetição do cliente. 

O que mais irrita é que as instruções diferem a cada ligação. Na primeira, a moça insistia que eu deveria ligar para o fabricante, pois o produto, estando na garantia, deveria ser substituído. Pois bem, imaginei que seria fácil. Pedi os números e tentei, por mais de uma hora, sem sucesso. Chamava até cair. Por vezes o sinal era de ocupado, provavelmente de outro trouxa como eu que tentava ligar pra um telefone sem ninguém pra atender.

Resolvi, então retornar ao atendimento da Vivo que, desta vez, através de outro atendente, informou-me que antes de ligarmos para o fabricante, deveriamos fazer uma série de testes. Todos óbvios e, por mais que eu dissesse que já tinha feito tudo que ele propunha, ele insistia que eu tinha que fazer novamente.

Buenas, fiz o que o cara pedia, mas já bufava de raiva. Ao final dos incríveis testes do rapaz, a resposta que eu temia: eu teria que ligar pra lá novamente depois de baixar um tal arquivo. “O senhor deve estar baixando o arquivo PST no site do fabricante, para depois o senhor estar ligando para nossa central novamente, correto?”.

A essa altura eu já mordia o fio do telefone e expliquei pra ele que seria difícil baixar um arquivo sem estar conectado, pois este era justamente o problema que eu tentava resolver com ele. Mas desliguei indignado sem dar chances pra explicações robotizadas e lá fui eu atrás do cabo pra linha discada pra baixar o tal do arquivo. Quando, depois de baixar o arquivo, retornei pra Vivo, me passaram para o setor de dados (obviamente não antes de todas as explicações novamente) que, com outra atendente, me informa que não adianta usar o programa PST, pois não havia nada bloqueado na rede.

Ao perguntar, já desapontado, pra moça sobre qual o procedimento, recebo a seguinte resposta: “O senhor vai estar ligando para o fabricante para encaminhar o conserto ou substituição.” Continuo até agora tentando.

Os telefones da tal Luxicom não atendem ou estão ocupados. É um absurdo, principalmente porque comprei um serviço da Vivo, não da tal Luxicom, com quem nunca falei. Na hora de comprar é tudo muito simples. A Vivo me mata!!!