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Renato pede demissão do Grêmio junho 30, 2011

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Renato Gaúcho, maior ídolo da história do Grêmio, pediu para sair do comando técnico do time, ontem, após o vexame do empate heroico contra um limitado Avaí em pleno estádio Olímpico. Apesar dos ataques de muitos torcedores contra Renato, não vejo sua saída neste momento como a solução para os problemas gremistas.

O treinador tem lá seus problemas, principalmente com relação a algumas preferências discutíveis dentro do plantel já limitado que tinha em mãos, mas todos tem. E depois de uma campanha como a do ano passado, tirando o clube da incômoda zona do rebaixamento e levando, em pouco mais de um turno, o time para a Libertadores com a melhor capanha de um turno na era dos pontos corridos, não posso concordar com aqueles que insistem em queimar o cara pelo início turbulento no Campeonato Brasileiro.

Principalmente porque este time que vem jogando não é o mesmo que passará a jogar nas próximas semanas, com os retornos de jogadores importantes que estavam lesionados e a inclusão dos contratados. O novo técnico, que deve ser Cuca, terá em mãos reforços que Renato não teve até agora e qualquer comparação será, no mínimo, injusta.

Mas pior que isso é ler que Celso Roth foi cogitado porque conta com a admiração do presidente Paulo Odone. Ainda que seja apenas uma especulação, o simples fato de Odone ter admiração pelo trabalho de um cara que a torcida odeia e que nunca ganhou nada importante (afinal, na campanha do título do Inter na Libertadores 2010, o técnico comandou o time apenas nos quatro últimos jogos, enquanto Fossati foi o técnico em 10 partidas) é, para dizer pouco, lamentável.

Enfim, espero que um dia os cartolas do futebol brasileiro aprendam que não adianta ficar trocando de técnico como quem troca de roupa. Tenho certeza que Sir Alex Fergusson, que permanece como treinador do Manchester United há 25 anos, apesar dos vários títulos importantes neste tempo todo, também passou por temporadas ruins, mas nem por isso teve que sair.

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Planos tricolores para 2011 dezembro 7, 2010

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Renato é o cara para o momento do Grêmio e provou isso com resultados em campo e fora dele. Além do treinador ter levado o time da zona de rebaixamento ao G4,  o clube conquista cada vez mais associados e arrecada fortunas com o aumento de público nos jogos e com as ações de marketing envolvendo a imagem do ídolo.

Portaluppi aproximou a torcida do clube. E o time correspondeu em campo. O torcedor agora espera que Renato consiga fazer a diretoria gremista voltar a pensar grande o futebol de um clube que já conquistou a América duas vezes e o Mundo uma, mas que nos últimos anos não tem conseguido reeditar o sucesso das décadas de 80 e 90.

Chega de começar um Brasileirão pensando em vaga para a Libertadores. Pensar pequeno é um dos principais ingredientes do insucesso. Os adversários não temem um clube com pouca ambição. O Grêmio tem a obrigação de entrar em qualquer campeonato sempre pensando no título. Quaisquer planos menores não condizem com a grandeza do clube.

Na minha opinião, o Tricolor precisa seguir o exemplo de gestão do Inter. O principal rival gremista vem desde 2005 entrando para brigar pelo título de tudo aquilo que disputam. Não levou o Brasileiro, é verdade, mas chegou em segundo por duas vezes, e neste meio tempo levantou nada menos que duas Libertadores e uma Sul Americana.

E o papel de Renato tem que ser fundamental também nas contratações. Seja para atuar na Libertadores ou na Copa do Brasil, dependendo do resultado da final da Sul Americana. O próprio técnico já foi campeão de uma (Copa do Brasil) e vice da outra (Libertadores) e sabe que para chegar forte, em qualquer uma das duas competições, é preciso pensar grande e ter um plantel de qualidade com peças de reposição à altura. Coisas que os dirigentes gremistas infelizmente não tem feito nos últimos anos.

Se Renato conseguir articular esta mudança de mentalidade no clube e houver investimento em pelo menos dois ou três bons jogadores que venham a suprir as carências do plantel gremista, os planos para 2011 podem ser os melhores desde o Grêmio de Tite em 2001.

Nem tudo é ataque com Renato dezembro 6, 2010

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Seria uma injustiça tremenda falar apenas dos números do ataque na impressionante campanha do segundo turno do Grêmio de Renato Gaúcho, sem fazer menção à segurança conquistada pela defesa por ele organizada. Por isso encerro esta série de posts em homenagem à campanha de Renato, com este post.

Analisando apenas o segundo turno, encontramos consistência defensiva e apenas duas raras derrotas. A primeira, quase inexplicável, por 2 a 1, em casa, para o Palmeiras no dia 15 de setembro. Bem no dia da festa de aniversário do clube, estragada por Felipão. A outra derrota do time de Renato no returno foi para o campeão Fluminense, por 2 a 0, no Rio de Janeiro em 28 de outubro. E foi isso.

Durante todo o segundo turno, além das duas únicas derrotas mencionadas acima, o Grêmio empatou quatro, e venceu 13 partidas, contabilizando um total de 17 vitórias ao final do campeonato. Sim, depois de conquistar míseras 4 vitórias no primeiro turno, consegue a excelente marca de 12 no returno.

E as vitórias não são mérito apenas do ataque, é bom que se diga. A defesa gremista também trabalhou de forma exemplar na reta final do Brasileirão.

Durante todo o mês de novembro (mais a última rodada, que ocorreu já em Dezembro), foram seis jogos, sendo cinco vitórias e um empate. E além do time não perder, as redes do goleiro Victor, titular da seleção de Mano Menezes, balançaram apenas duas vezes nestes seis compromissos (um gol do Ceará na goleada por 5 a 1 e o outro do Atlético PR na vitória por 3 a 1).

Mas o excelente goleiro gremista não é o único responsável pelo excelente desempenho da defesa nesta reta final. Com Paulão, o Grêmio voltou a ter um xerifão na zaga, fazendo o que zagueiro tem que fazer: afastar o perigo. Além disso, a defesa (e o ataque também) conta agora com Gabriel, lateral direito de muita qualidade, e Rochemback, que foi recuperado pelo técnico, dando consistência ao miolo defensivo do time.

Enfim, como podemos ver neste post, nem tudo é ataque no time de Renato Gaúcho.

Ofensivo também como técnico dezembro 6, 2010

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Como escrevi no último post, pretendo escrever mais dois posts (este e mais um) com alguns números que retratam esta campanha impressionante que os comandados de Renato Portaluppi realizaram no segundo turno do Brasileirão 2010.

Ofensivo como costumava ser o técnico

O ataque gremista não produzia assim há muito tempo. Foram, ao todo, 68 gols no campeonato. Foi o melhor ataque da competição, com 3 gols a frente do Corinthians, segundo melhor.

Jonas, que chegou a ser vaiado no Olímpico, virou artilheiro do Brasileirão marcando 23 gols com a mesma camisa 7 que consagrou Renato Portaluppi na Azenha e no Mundo. Foram 6 gols a mais que o badalado Neymar no campeonato.

Segundo turno de campeão

Além dos números do ataque, é preciso ressaltar o trabalho do grupo no segundo turno. O Grêmio teve a melhor campanha do segundo turno, conquistando 43 pontos no segundo turno. Isso mesmo. O Tricolor encerrou o primeiro turno na primeira posição fora da zona do rebaixamento, com 20 pontos e chegou a 63 no final do campeonato. Impressionante.

Para termos uma ideia comparativa, o Fluminense, campeão, marcou 38 pontos no primeiro turno (18 a mais que o Grêmio) e 33 no segundo turno (10 a menos que o Grêmio). Mesmo no primeiro turno, que teve o Flu como melhor campanha, o time carioca marcou cinco pontos a menos que o time de Renato no segundo turno.

Se o Tricolor Gaúcho tivesse conquistado mais 9 pontos no primeiro turno, por exemplo, terminaria a primeira metade do campeonato, com 29 pontos, na 7ª posição. Uma campanha não mais que mediana. Mas com os 43 pontos do segundo turno, chegaria a 72 pontos e seria o campeão Brasileiro.

Não sei se algum time chegou a esta pontuação (43) em apenas um turno do Brasileirão neste formato, desde 2006, quando a quantidade de equipes foi reduzida para 20. Se alguém souber, não hesite em comentar.

De qualquer forma, o fato é que a motivação que Renato trouxe ao vestiário Tricolor mudou a equipe a ponto de fazer no segundo turno mais que o dobro de pontos do primeiro. Era um outro time aquele de Silas.

A campanha de Renato Gaúcho dezembro 6, 2010

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Muito provavelmente o trofeu de melhor técnico do Brasileirão 2010 cairá novamente nas mãos de Muricy Ramalho. Justo, afinal Muricy fez aquilo que técnico nenhum fez nos últimos anos no Fluminense. De qualquer forma, é preciso ressaltar a campanha de Renato Gaúcho à frente do Grêmio.

O treinador, ídolo na Azenha pela conquista da Libertadores e do Mundial Interclubes em 1983 com a camisa 7 eternizada no Olímpico, recebeu o time na zona do rebaixamento e o levou à quarta colocação, na faixa de classificação à Libertadores.

O Grêmio não apenas foi a melhor campanha do segundo turno, com 43 pontos conquistados, contra, 33 do Fluminense. O time jogou bem, com raras exceções, dentro e fora de casa. E tudo isso com o dedo de Renato Gaúcho. O técnico devolveu aos jogadores o orgulho de jogar com a camiseta Tricolor. E isso fez toda a diferença.

Renato recuperou jogadores como Douglas e o próprio Jonas, que andavam pouco acreditados e já sofriam com vaias. Douglas foi para a seleção, está entre os melhores do campeonato e recupero sua auto-estima. Jonas virou o goleador disparado do Brasileirão 2010.

Além deles teve Lúcio que de lateral reserva passou a cumprir uma função importantíssima no meio campo, deixando o lado esquerdo do Grêmio um perigo para qualquer defesa.

E não bastasse a recuperação psicológica de jogadores importantes, o técnico indicou a contratação de dois grandes exemplos deste time de Renato. O lateral-direito Gabriel e o zagueiro xerifão Paulão.

O primeiro é um dos melhores laterais em atuação no Brasil e provou isso jogando o segundo turno no Grêmio. Paulão é limitado tecnicamente, mas por isso mesmo esbanja seriedade, vigor e raça em uma posição onde estas três qualidades são muito mais importantes que uma técnica refinada.

Enfim, por tudo o que coloco brevemente neste post, considero Renato Gaúcho o melhor técnico do Brasileirão, ainda que o trofeu vá para Muricy. Nos próximos posts, colocarei aqui alguns números impressionantes da campanha do Grêmio sob o comando de Renato Portaluppi no segundo turno do Campeonato Brasileiro 2010. Confiram!

O Mundial de 1983 na grande tela maio 25, 2009

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Há quase 26 anos o Grêmio conquistava, em Tóquio, o maior título de sua história centenária. Depois de ser Campeão da América o Tricolor venceu também o Mundial Interclubes de 1983, contra o Hamburgo da Alemanha.

Os gols de Renato Portaluppi ficarão para sempre gravados na memória dos torcedores, mas nada melhor que reviver tudo isso com depoimentos dos jogadores da época e com a sempre boa produção de Carlos Gerbase.

No dia 5 de junho estréia, nos cinemas dos shoppings Moinhos e Iguatemi em Porto Alegre, o filme 1983 – O Ano Azul. Por sinal, excelente momento para um lançamento como este. Quem sabe o filme não inspira o atual grupo a façanha similar?

A novela do novo técnico do Grêmio abril 27, 2009

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Li há pouco no ClicRBS que Krieger já pensa em manter Marcelo Rospide no comando do time, com o auxílio de Mauro Galvão, caso o clube não chegue a um acordo com Autuori.

Segundo a matéria, o dirigente gremista diz considerar um absurdo pagar um salário de 300 mil Reais (pedida de Paulo Autuori). Concordo plenamente. Até que enfim um comentário inteligente de André Krieger.

Buenas, se Autuori é caro demais e Renato não vem por falta de consenso, confesso que apostar em Marcelo Rospide pode mesmo ser a melhor opção.

O problema, para Krieger, é que, se o time for desclassificado da Libertadores, será ele quem terá que se afastar do cargo, junto com o treinador. Não restará outra opção.

Emerson de volta no Grêmio? abril 21, 2009

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A notícia da rescisão do contrato do Milan com Emerson, empolga os torcedores, principalmente pelo que disse o volante, em entrevista há pouco tempo, sobre encerrar a carreira no Grêmio. Seria, sem sombra de dúvidas, uma excelente contratação para a segunda fase da Libertadores da América e para o Brasileirão.

Principalmente porque acredito que o grupo do Grêmio funcionaria muito mais num 4-4-2. E com qualquer que seja o novo técnico, esta é uma possibilidade que, com Roth, não existia. Neste caso o ideal seria um meio de campo com Emerson, Rafael Carioca (que pode voltar) ou Adílson, Tcheco e Souza.

Contudo, não se pode esperar que esta direção pense o mesmo. Krieger, Kroeff e Meira não valorizam ídolos de outrora. Preferem ver Emerson no Flamengo, ou talvez Corinthians, SPFC, Palmeiras. Basta lembrar que, recentemente, Gilberto demonstrou, abertamente, interesse emvoltar a jogar no Grêmio. Mas mesmo sem laterais esquerdos de destaque no grupo, nossos dirigentes não o quiseram, preferindo Fábio Santos e Jadíslon.

Isso sem falar no que estão querendo fazer com a imagem de Renato Portaluppi, maior ídolo da história Tricolor. Buenas, quem quiser que faça suas apostas no retorno do volante, agora ex-Milan, que na época de Grêmio era meia. Eu, infelizmente, acho que não virá e as justificativas já começaram.

Como houve rescisão de contrato, pelo menos teoricamente, não haveria problema mesmo que a janela de transferências já tenha terminado, pois como ele não está mais vinculado a nenhum clube europeu não seria uma transferência.

Contudo, Luis Onofre Meira mal viu a possibilidade de ser pressionado a contratá-lo e já veio dizer que ACREDITA (ele não tem certeza) que o jogador não possa atuar no Brasil. Só o fato de não verificar antes de ficar justificando a não investida no jogador, dá sinais claros da posição do dirigente sobre trazer ou não o jogador.

Ah, e a desculpa do dinheiro não me serve. Renato treinaria o time por 150 mil. Só a diferença de salário para o que vão pagar a Paulo Autuori, quase dá para pagar integralmente o que poderia ser um acerto com Emerson (imagino que um salário em torno de 200 mil). Seriam o técnico e o volante ideais para a Libertadores. Mas quem manda não pensa assim.

De qualquer forma, como a esperança é a última que morre, depois de ler a notícia da liberação de Emerson fico eu aqui sonhando com a formação abaixo para o TRI da Libertadores. Victor, Ruy, Leo, Réver e Fábio Santos; Emerson, Rafael Carioca, Tcheco e Souza; Perea e Maxi López. Técnico: Renato Portaluppi.

Conselho do Grêmio cobra definição abril 20, 2009

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Finamente os conselheiros do Imortal Tricolor acordaram para a situação e atenderam aos pedidos de socorro da torcida na cobrança por uma definição, o quanto antes, do nome do novo técnico do Grêmio para a fase de mata-mata da Libertadores e para o Campeonato Brasileiro 2009.

Ainda que tardiamente a posição de cobrança do Conselho deve ser importante nas definições, a partir de agora. Só espero que a direção não dê um tiro no pé, contrariando a torcida e indo atrás de algum outro técnico que não seja Renato Portaluppi, caso Paulo Autuori não venha.

O novo técnico do Grêmio abril 9, 2009

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Impressiona a falta total e absoluta de visão dos dirigentes Tricolores com relação à indefinição sobre o novo técnico para o Grêmio, após a demissão de Celso Roth, à meia-noite de domingo para segunda. É um amadorismo impressionante e que, por motivos escusos (possivelmente políticos), pode estar complicando a vida futura do time na Libertadores da América 2009.

O Grêmio é grande demais para ficar mais de 72 horas sem treinador, principalmente em meio a uma Libertadores. Isso que Renato Gaúcho está desempregado e sonha com a casamata Tricolor. Tudo bem que Paulo Autuori seria um grande nome para o comando da equipe, apesar de não ser a preferência da torcida. Mas parece que não vem. E o que não posso admitir, como torcedor e sócio, é que, com a impossibilidade de termos este profissional, o Grêmio vá atrás de outra opção que não seja Renato Portaluppi.

Ney Franco não tem currículo maior que Renato. Por sinal, apesar de ter ganho a Copa do Brasil em 2006 com o Flamengo, o atual treinador do Botafogo, não foi longe na Libertadores 2007. Já Portaluppi, não apenas levou o Fluminense ao título da Copa do Brasil em 2007, como ainda levaria o clube à Final da Libertadores no ano seguinte, perdendo para a LDU, atual campeã, nos pênaltis.

Os motivos que me levam a crer que Renato Gaúcho seria o melhor profissional para o clube no atual momento, são vários. Mas me concentro na principal necessidade do time do Grêmio, hoje, para justificar a opção da esmagadora maioria gremista por Renato. A equipe precisa MOTIVAÇÃO. Os jogadores precisam recuperar a auto estima e nada melhor que um treinador que já chegue lotando aeroporto e leve multidões ensandecidas gritando seu nome ao estádio.

A relação direção-torcedor anda bastante abalada desde o ano passado quando, ao retirar Mancini, a diretoria trouxe Celso Roth e o manteve mesmo após as duas eliminações (Gauchão e Copa do Brasil) em menos de uma semana. Com Renato no comando da casamata a torcida aumentaria ainda mais o indispensável apoio para a caminhada rumo ao Tri. Apoio este, demonstrado pelos 30 mil torcedores no jogo de terça, mesmo sendo às 19:00.

Autuori seria uma boa, Ney Franco é um tiro no pé, mais uma vez. Impressionante o amadorismo desta direção. Que saudades do Dr. Fábio Koff. E você, Gremista, quem gostaria de ver como novo técnico da equipe?