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Os prós e contras de Julinho Camargo julho 4, 2011

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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O novo técnico do Grêmio, Julinho Camargo, 40 anos, reúne prós e contras como qualquer uma das opções levantadas durante os dias de especulação sobre quem assumiria a casamata gremista desde o pedido de demissão de Renato Gaúcho. De acordo com a enquete proposta pelo clicEsportes, os percentuais entre os que aprovam sua contratação e os que a desaprovam caracterizam um empate técnico.

Entendo perfeitamente tal empate na aceitação da torcida. Julinho é uma aposta da direção (principalmente de Paulo Odone) que espera repetir o sucesso de apostas gremistas anteriores como Felipão, Tite e, mais recentemente, Mano Menezes. O problema é que há, contudo, diferenças consideráveis entre estes treinadores (mesmo quando começaram no Grêmio) e Julinho Camargo.

Para quem não lembra, os três grandes treinadores mencionados acima, que foram apresentados ao mundo pelo Grêmio, já tinham títulos ou campanhas de expressão com clubes profissionais. Felipão havia conquistado a Copa do Brasil em 1991 pelo Criciúma, Tite havia sido campeão Gaúcho pelo Caxias em cima do próprio Grêmio em 2000, e Mano pelo Guarani de Venâncio Aires em 2002, além da espetacular campanha do 15 de Novembro na Copa do Brasil 2004, quando levou o time de Campo Bom à 3ª colocação na competição.

Ou seja, apesar de serem considerados apostas, todos os três já tinham em seus currículos títulos que os credenciavam ao posto de técnico do Grêmio. Infelizmente, não é o caso de Julinho Camargo.

Mesmo conhecendo muito bem o grupo gremista e sendo uma opção menos rejeitada que Roth, Dunga, Cuca e Adilson, (pontos a favor dele) o novo técnico gremista não tem em seu currículo nenhum título comandando equipes profissionais, apenas os títulos das bases de Grêmio e Inter. E, convenhamos, treinar a gurizada da base é bastante diferente de treinar jogadores com os salários milionários como a maioria dos atletas do elenco Tricolor.

Agora resta esperar para ver como a equipe reagirá à troca de treinador. E, para isso, nada melhor que a pedreira contra o Cruzeiro no meio da semana. Afinal, na era dos pontos corridos o Grêmio não venceu o Cruzeiro em Minas sequer uma vez. Se Julinho conseguir a proeza, garante algumas semanas a mais de tranquilidade. Se perder, apesar de não ser o fim do mundo, a pressão naturalmente aumentará. Pedreira.

A solução estava em casa fevereiro 1, 2010

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Depois do Grêmio correr tanto atrás de um lateral direito de ofício, o técnico Silas acabou achando a solução no próprio elenco. E mais, sem necessidade de adaptar alguém de outra posição.

O nome deste jogador é Joílson. O atleta já tinha sido descartado pela direção e nem participou da pré temporada Tricolor na Serra Gaúcha. Mas com a saída de Réver, Silas precisou utilizar o ex- são paulino contra o Santa Cruz, para deslocar Mário Fernandes para a zaga, e redescobriu um bom lateral direito ofensivo e que ainda tem muita raça.

Joílson não só foi bem nos Plátanos, como garantiu presença como titular no Grenal de Erechim. E no clássico, apesar da derrota circunstancial do Grêmio por 1 a 0, o ala atuou muito bem no apoio e também na retenção do bom lateral colorado, Kleber, que não esteve nem perto do que jogou contra o Juventude.

Na entrada em campo, quando perguntado sobre Joílson e Lúcio (outro que assume a titularidade com excelentes desempenhos nas duas últimas partidas) Silas foi enfático ao dizer que não se importa com o passado, para explicar a escalação dos dois laterais, dando a entender que se Autuori descartou-os ele, ao contrário, vai colocar quem estiver melhor, independente do que os técnicos anteriores faziam com o plantel.

Agora resta saber se o treinador gremista não se deixará influenciar pelo resultado do clássico (que não necessariamente reflete a realidade do jogo). Infelizmente, caso isso aconteça, é possível que ele acabe trocando um dos laterais por uma opção de mais marcação (Lúcio por Fábio Santos, ou Joílson por Mário Fernandes), sob o pretexto de que ambos são, teoricamente, mais ofensivos que defensivos.

Roth e Douglas Costa março 20, 2009

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É impressionante que a direção do Grêmio deixe novamente o mesmo Celso Roth que barrou Ronaldinho Gaúcho barrar outro jovem craque do Olímpico. Não ter espaço entre os titulares é compreensível. Deixá-lo de fora de um jogo de reservas, como o do Gauchão neste final de semana, é um pouco demais.

Ninguém duvida que este tipo de atitude do treinador leve Douglas Costa a aceitar, com razão, qualquer proposta de um time do exterior, como fez Ronaldinho. A não valorização de um jogador do nível de Douglas, é inadmissível. Isso que já no ano passado o técnico pouco usou o lateral Felipe Mattioni para aproveitar o fraco Paulo Sérgio. Pois no início deste ano o jogador relegado a segundo plano por Roth foi contratado pelo MILAN.

Chega a ser ridículo para o técnico gremista pensarmos que o Milan teve interesse em um jogador que ele não usava, para colocar em campo outro que NINGUÉM QUER, ou melhor o VASCO da SEGUNDONA quis.

Com Mano Menezes, Anderson, Carlos Eduardo e Lucas sempre tiveram chances antes de serem chamados à Europa. Com Felipão, Emerson teve oportunidades, ganhou Libertadores e se lançou para o mundo.

Enfim, não sei o que Roth tem contra os jovens talentos, mas a verdade é que a direção gremista não poderia mais deixar o técnico fazer o que bem entender com o plantel, principalmente no que diz respeito aos pratas da casa. Estes são, sabidamente, excelentes fontes para o clube, mas é preciso saber aproveitá-los antes de algum time europeu levar mais este talento TRICOLOR.

O Grenal 375 março 1, 2009

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O Grêmio entra em campo neste domingo pela final da Taça Fernando Carvalho, contra o Internacional, menos de 48 horas depois de bater o Veranópolis por 1 a 0 com time misto. Tudo bem que a maioria dos titulares não foi usada. Ainda assim, alguns deles e a maior parte do banco de hoje, sofreram desgaste na sexta à noite e entram em campo apenas 43 horas depois.

É mais um dos absurdos do calendário imposto ao único time do Gauchão que disputa a Libertadores 2009. É claro que alguns colorados podem argumentar que o Inter também enfrenta uma maratona de jogos, mas em nenhum momento da agenda colorada o time precisou jogar com menos de 48 horas de descanso entre um jogo e outro.

O fato é que o Grenal 375, que define o título do primeiro turno do Gauchão, tem como pano de fundo este descuido da FGF ao montar o calendário, considerando que o Grêmio já tinha as prováveis datas da Libertadores quando o calendário do Campeonato Gaúcho foi anunciado.

De qualquer forma, para a torcida, ganhar este Grenal, apesar do foco total no TRI da Libertadores, seria algo de extremo sabor. Seria, afinal, a primeira vitória de Roth em CINCO clássicos desde seu retorno ao Olímpico, um ano atrás. Mas para muito mais que isso, seria a oportunidade única de ver o dirigente colorado Fernando Carvalho, ter que entregar a Taça de seu nome nas mãos do capitão gremista, TCHECO. Imperdível.

Grêmio segue firme na luta novembro 10, 2008

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Contrariando todas as previsões, inclusive a minha própria, o Grêmio venceu o Palmeiras, por 1 a 0, em pleno Parque Antártica. Pode ser um bom sinal de que as coisas conspiram a favor do Tricolor. Afinal foi com sofrimento e superação que vieram os últimos títulos importantes do Grêmio. E foi destas conquistas que veio com força a brincadeira sobre a imortalidade.

Podemos lembrar de 12 anos atrás quando o Grêmio de Felipão jogou a primeira partida final daquele Brasileirão contra a Portuguesa no Canindé e voltou para Porto Alegre com 2 gols nas costas para tentar, pelo menos, o resultado de igualdade, 2 a 0, no Olímpico. O que lhe daria o título. O Tricolor saiu na frente com Paulo Nunes, mas foi apenas com menos de 10 minutos para o jogo acabar que Ailton, que era destro, bateu cruzado com a canhota para selar o 2 a 0 gremista que traria o título de Bi-Campeão Brasileiro em 1996.

Outro exemplo, foi há 7 anos, na conquista da Copa do Brasil 2001, o Tetra na competição, o Grêmio fez o primeiro jogo em casa contra o Corinthians e começou perdendo por DOIS a zero, quando finalmente acordou e com gols de Luís Mário empatou o jogo e foi vivo a São Paulo onde venceu um Coringão completamente perplexo diante do famoso, e tão lembrado, 3-5-2 de Tite e Marcelinho Paraíba.

Isso sem contar a batalha épica da Série B que dispensa qualquer tipo de comentários. Não há dúvida, portanto, sobre o fato de que o Grêmio ganha sempre na última hora e com muito sofrimento. Não podemos, então, como fiz no post anterior, duvidar da capacidade do Tricolor Gaúcho em buscar o São Paulo, vencendo todas as partidas que faltam e torcendo para o Renato Gaúcho tirar, em São Januário, pelo menos dois pontinhos do líder.

Imaginem, amigos, o DVD que o Grêmio faria do Campeonato Brasileiro épico conquistado com a vitória de ontem sobre o Palmeiras e a ajuda indispensável do maior ídolo gremista de todos os tempos: o camisa 7 Campeão do Mundo, Renato Portaluppi. Isso porque talvez o Vasco seja o único time que poderá atrapalhar o São Paulo em sua, também fácil, tabela. Impressionante coincidência.

Mas não adianta toda esta empolgação e imaginação sem um detalhe muito importante: é preciso vencer TODAS as QUATRO partidas restantes da tabela. E, convenhamos, nada muito difícil para quem almeja ser Campeão. Os compromissos do Grêmio não são dos mais complicados, talvez, à exceção do Vitória em Salvador, que conta com Vagner Mancini, ainda mordido, e com a possibilidade de tirar o título do Grêmio que o escurraçou sem que ele tivesse perdido um jogo sequer no comando do time.

Enfim, com tudo o que podemos ver neste post, os ingredientes para um final de campeonato eletrizante estão todos à mesa. Basta sentarmos e nos fartarmos com as emoções e surpresas desta reta final. Será que agora o Grêmio volta a ser o time do primeiro turno? Ou será que voltará a jogar mole como jogou contra o Figueirense em Porto Alegre? Eu, como tenho mordido a língua demais, vou esperar um pouco mais para ver.

O meio-campo do Grêmio julho 12, 2008

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Há quem diga que sou exigente demais com o time do Grêmio. Não concordo. Na verdade acredito que Tcheco e Souza são excelentes jogadores e podem suprir com muita qualidade a ausência da criação de Roger. Elogio suas contratações. Também acho que Willian Magrão e Rafael Carioca são bons segundo e terceiro homens, respectivamente, para o meio.

Mas o Tricolor nitidamente carece de um Eduardo Costa, ou um Sandro Goiano, para dar maior proteção à zaga. O tão falado primeiro volante. Talvez este jogador venha da base, talvez seja Réver em uma possível transformação da equipe no 4-4-2, ou ainda Amaral que já jogou com Roth no Vasco fazendo esta retenção.

Não acredito, contudo, que com as soluções caseiras propostas acima o Grêmio possa manter-se nas primeiras posições da tabela por muito tempo, pois as substituições se farão necessárias e o técnico não terá muitas opções de qualidade. É por isso que penso ser nesta posição, fundamental para o meio-campo e para o setor defensivo como um todo, que o Grêmio precisa investir seus próximos esforços de contratação.

Grêmio vence, Inter perde junho 8, 2008

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Grêmio

Com a vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, o Tricolor Gaúcho mantém sua boa campanha no Brasileirão e termina a rodada em quarto lugar, com mesma pontuação do Náutico, terceiro colocado pelos critérios de desempate, dentro da desejada zona de classificação para a Libertadores 2009.

Os dois gols de Perea, servem para animar ainda mais o centroavante que, como ele mesmo diz, se alimenta de gols. Além dele, Roger, o camisa 10 do Grêmio, foi destaque na partida, mostrando lances de extrema habilidade e categoria, exigindo do goleiro Fernando Henrique e da defesa do Fluminense, bastante trabalho.

É claro que é muito cedo para qualquer previsão mais próxima da realidade, mas os 10 pontos conseguidos nas primeiras cinco rodadas podem fazer a diferença no somatório final e animam os torcedores, apesar da contínua desconfiança no treinador Celso Roth.

Inter

Enquanto isso, do outro lado da gangorra, o, antes favorito, Internacional amarga a 17ª posição na tabela, dentro da temível zona de rebaixamento para a Série B 2009.

Para piorar a situação dos colorados, com a permanência de Muricy no São Paulo e o alto custo de Autuori, o Inter está com dificuldades de conseguir um bom técnico que agrade os dirigentes, conselheiros e torcedores.

De qualquer forma, com o resultado de hoje (terceira derrota no Brasileirão em 5 rodadas), fica clara a necessidade de mudanças urgentes no time, passando pelo comando.

Parece que a velha gangorra do futebol gaúcho que, desde a subida do Grêmio de volta à elite no final de 2005, andava desaparecida, voltou com tudo.

Grêmio na ponta, junto com Flamengo maio 24, 2008

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O Grêmio venceu o Náutico no estádio Olímpico, hoje, por 2 a 0 com gols de Leo e Perea, que finalmente desencantou. O Tricolor Gaúcho conseguiu sua segunda vitória no Campeonato Brasileiro e chega à liderança da tabela, com a mesma pontuação do Flamengo, que fica à frente apenas pelo maior número de gols marcados.

Com a manutenção da mesma equipe titular nos três jogos iniciais do Brasileirão, o Grêmio ganha entrosamento e consegue um ritmo inimaginável antes do início do Campeonato. Para melhorar a situação, dos três encontros já cumpridos pelo Tricolor, dois foram contra favoritos ao título (São Paulo e Flamengo), o que faz valer ainda mais os 7 pontos conquistados até então.

Apesar de procurar evitar a euforia, André Krieger, diretor de futebol gremista, enaltece a evolução do time, que chegou a ficar desacreditado após as duas únicas derrotas da temporada, justamente em dois jogos decisivos. Krieger também diz que apesar da vitória, está ciente que o grupo ainda precisa de qualidade e tranqüiliza a torcida no que diz respeito à busca por reforços.

Outro ponto bastante positivo do Grêmio neste início de Campeonato Brasileiro é a defesa invicta. Apesar dos jogos contra São Paulo, Flamengo e Náutico (este último acumulava duas vitórias), a defesa Tricolor mantém a invencibilidade e o goleiro Victor ainda não sofreu sequer um gol.

Agora o Grêmio encara o Vasco da Gama, no Rio de Janeiro. O time carioca enfrenta, antes, uma decisão de tirar o fôlego no meio da semana, contra o Sport, valendo vaga para a final da Copa do Brasil. A torcida gremista é para que o time de Antônio Lopes consiga reverter a vantagem pernambucana de dois gols e avance na competição, pois caso vá às finais, possivelmente o Vasco poupe os principais jogadores da equipe para a grande final, facilitando o jogo fora de casa do Tricolor.

Celso Roth

O técnico Celso Roth, que começou o campeonato na corda bamba, ganha um certo fôlego com os resultados. Me perdoem, contudo, aqueles que discorarem, mas continuo reforçando o coro que diz que Roth não é o tipo de treinador que inspira confiança necessária para trazer os resultados e a regularidade que o time precisa.

Como já falei em outros posts, espero, sinceramente, estar completamente enganado e, lá pelo meio do campeonato vir aqui mesmo, no blog, me retratar dizendo que estava errado. Contudo, esta não é minha aposta. Continuo dizendo o que já disse em outros posts: Na minha opinião, o Grêmio tem vencido, apesar de Roth.

De qualquer forma, obviamente, a torcida agradece e comemora a posição na tabela.

A queda do invicto abril 7, 2008

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Pois é, de nada adiantou chegar invicto às quartas de final do Campeonato Gaúcho. O Grêmio está fora do Gauchão com a derrota por 3 a 2 para o Juventude. Contudo, discordo um pouco das manchetes que colocaram o fato como VERGONHA. Não acho que empatar em 4 a 4 nos 180 minutos e perder a vaga pelo gol qualificado seja algo vergonhoso, principalmente em se tratando do Juventude. Seria vergonhoso terminar com os 3 a 0, mas não foi este o caso. Arrisco inclusive dizer que, na balada que os jogadores entraram depois das expulsões de Jonas e Eduardo Costa, se o jogo tivesse mais dois ou três minutos, talvez a história fosse diferente.

O que realmente é uma VERGONHA é a opção pela mediocridade em detrimento da qualidade. O técnico Celso Roth ressucitou, inexplicavelmente, o jogador Nunes, optando por deixar de fora o volante Júnior. Ainda que este não esteja 100%, a escolha é inexplicável. Apesar da defesa absurda de Pelaipe, Nunes já teve inúmeras oportunidades no Grêmio para mostrar do que é capaz e, convenhamos, sempre mostrou muito pouco. Sem contar que, para usar este jogador, Roth precisa mover Eduardo Costa para a segunda função do meio campo, quando ele rende muito mais como o primeiro volante. Em outras palavras, além de optar pelo pior (Nunes ao invés de Júnior) o técnico gremista ainda piora as coisas para Eduardo que tem que jogar deslocado.

Enfim, a mediocridade do plantel do Grêmio assusta e nos dá apenas uma certeza: É preciso buscar reforços para não sofrer as conseqüências no Brasileirão. Além disso, a situação do técnico deveria ser rapidamente repensada, afinal, esta mesma direção demitiu Mancini após uma campanha breve, mas sem derrotas, enquanto isso, Celso Roth perde, em seqüência, para dois adversários que, teoricamente, deveriam ser atropelados por quem tem pretensões de títulos na temporada. Ou será que Pelaipe e Odone não desejam os títulos que a torcida espera???

Liderança isolada fevereiro 25, 2008

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pereira-gol.jpgApesar de todas as previsões iniciais, inclusive a minha, o Grêmio repete o início do ano passado, quando entrou no Campeonato Gaúcho cercado por dúvidas e chegou à final, conquistando o bicampeonato. Este ano parecia ainda pior. O time estava sem base alguma, devido ao desmanche completo sofrido desde o meio do ano passado, com a perda de praticamente todos os titulares de 2007. De qualquer forma, as contratações foram chegando e o time foi começando a tomar forma.

Com a vitória por 2 a 1 sobre o Esportivo, em Bento Gonçalves, o time reforça a condição de um dos favoritos ao título, mesmo com a equipe ainda em formação. Na verdade o time do Grêmio para 2008 ainda está longe de definido, pois o novo técnico, Celso Roth, ainda tem jogadores para estreiar e outros que mal começaram a jogar. Muitos ainda não tiveram o tempo necessário para entrosamento. Aliás, o próprio técnico está ainda reconhecendo o potencial de seus jogadores, pois comandou o time em apenas dois jogos.

Mesmo assim, a campanha do Tricolor não poderia ser melhor. Com seis pontos à frente do segundo colocado do grupo 1, o Grêmio assume a liderança isolada, não apenas de seu grupo, mas do campeonato, contrariando todas as expectativas pessimistas que cercavam o time no início da temporada.