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O técnico do Grêmio para 2012 novembro 30, 2011

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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A melhor notícia da semana para a grande maioria dos gremistas foi a decisão de não renovar o contrato de Celso Juarez Roth para comandar a casamata gremista em 2012.

Entretanto, como os melhores técnicos, os de currículo mais vitorioso, estão empregados, a tarefa do Grêmio, de escolher um bom treinador para o ano que vem, não será nada fácil e dificilmente terá unanimidade na torcida.

Confesso, por exemplo, que nenhum dos nomes aventados até agora me agrada. Eu sou um dos que apostaria em Marcelo Rospide, o mesmo Roger, como forma de criarmos um novo Felipão, Tite ou Mano.

Não podemos esquecer que estes três treinadores, que mencionei no final do parágrafo anterior, estão entre os melhores do país, hoje, e todos foram lançados para o Mundo pelo Grêmio. Mas para que isso acontecesse, foi preciso um dirigente de visão que, na época, optasse por eles em detrimento dos nomes conhecidos de sempre.

Então, reitero que seria muito melhor apostar em alguém de potencial, como Roger ou Marcelo Rospide, que conhecem bem o clube e sua filosofia, do que apostar em figuras como Luxa, Oswaldo Oliveira, Nelsinho Baptista, etc.

Na verdade, dos que foram mencionados, o único que, apesar de eu não gostar muito, pode vir a dar certo no Grêmio é Caio Jr. O ex-técnico do Botafogo não tem nenhum título de expressão como treinador, mas conhece o estilo de jogo do Grêmio, de pegada e futebol raçudo. E, acima de tudo, nao é retranqueiro.

No caso do Grêmio 2012 isso é essencial! De nada adiante o clube ter excelentes jogadores de ataque no elenco, como Miralles e Kleber (além do garoto Leandro), se o técnico for burro e insistir com um 4-5-1 recheado de volantes. O Tricolor Gaúcho precisa voltar à tradição gremista de dois atacantes. Miralles (Leandro) para dar velocidade pelos lados e Kleber (André Lima) para empurrar a bola pra dentro como ele sabe fazer.

Enfim, espero que a contratação do novo técnico do Grêmio seja bem pensada, pois agora, diferente do que ocorreu em outros momentos, o clube tem tempo de sobra para pensar bem e analisar todas as possibilidades antes de assinar com alguém que não tenha identificação nenhuma com o clube e que venha treinar o Grêmio apenas pelo dinheiro.

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O chute jornalístico na era do imediatismo julho 5, 2011

Posted by eduardotrindade in Futebol, Jornalismo Participativo.
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Sei que alguns vão me odiar por esse post, como de praxe. Mas preciso registrar meu repúdio a um fato lamentável que ocorreu na semana passada e que, pela pouca repercussão negativa, provavelmente tenha passado despercebido pela grande maioria do público leitor. E, o pior, tudo porque um “grande nome” do jornalismo esportivo gaúcho não respeitou uma regra básica do bom jornalismo: a apuração concreta dos fatos antes de sua publicação.

Na quinta feira, dia 30 de junho, o jornalista Luiz Zini Pires, colunista de Zero Hora, deu como certa a contratação de Cuca como o novo técnico do Grêmio (reprodução ao lado). Segundo Zini, o presidente Paulo Odone havia decidido passar por cima de tudo e de todos e teria definido a contratação do técnico na madrugada de quinta. O jornalista figurou o dia inteiro entre os trends do Twitter, e o Brasil inteiro fez uso de sua certeza para embarcar no “furo”. Neste caso um “furo furado”.

Em seguida, o jornalista Eduardo Cecconi do globoesporte.com, este sim como manda o manual de qualquer bom jornalista, foi checar a informação com o próprio Cuca e recebeu como resposta um não, em alto e bom tom. Bastou para que o discurso da certeza de Cuca no Tricolor, que Zini havia espalhado, começasse a afundar. Cheguei a publicar um post, ironicamente, sob o título: Cuca é o novo técnico do Grêmio (ou não).

No mesmo dia, Zini resolveu tentar “corrigir” seu erro publicando um post dizendo que Antônio Vicente Martins não havia aceitado Cuca no Grêmio. Uma contradição, pois fora ele mesmo quem, no post anterior, havia afirmado que Odone cansara de esperar por uma atitude do diretor de futebol e, por isso, teria batido o martelo com Cuca sem nem ouvir o que Vicente Martins pensava sobre a contratação.

Então, na virada de sexta para sábado, duas jovens jornalistas do Diário Gaúcho (Christiane Matos e Mariana Mondini) deram aquele que viria a ser o verdadeiro furo: Julinho Camargo seria o novo técnico do Grêmio. Desta vez, tudo como manda o manual. Fontes certas, confirmadas e checadas. Nada de imediatismo infundado. Parabéns às gurias do Diário, que foram perfeitas e não apenas deram a notícia antes de todos, mas acima de tudo deram a notícia correta. E ainda foram prudentes usando na manchete um “deve ser o novo técnico do Grêmio”.

Claro que a repercussão em cima deste tropeço de Zini foi mínima. A imagem do responsável pela coluna Bola Dividida de Zero Hora deve permanecer imaculada, inabalada. E quanto antes todo mundo esquecer que ele havia colocado Cuca no Grêmio, melhor. Mas eu me recuso a esquecer dos ensinamentos de Pedro Luiz Osório, um dos melhores professores que tive no curso de jornalismo da Unisinos. Pedro sempre deixou claro que o furo pode ser fatal para um jornalista se a informação não for checada com precisão. Melhor perder o furo apurando os fatos do que dar uma notícia furada.

Infelizmente neste caso não foi assim, e o mais lamentável disso tudo é que não vimos sequer um post do Zini pedindo desculpas aos leitores por seu post leviano e infundado. O que ele fez foi fazer de conta que não foi com ele, e seguiu a vida como se nada tivesse acontecido. Espero, pelo menos, que seus superiores o tenham chamado a atenção.

Afinal, não é possível que o bom jornalismo ainda deixe espaço para chutes como este, simplesmente porque vivemos na era do imediatismo, pois se bons jornalistas como Eduardo Cecconi, Mariana Mondini e Christiane Matos conseguem apurar as informações antes de publicar seus posts, a regra deveria ser seguidas por todos, principalmente por nomes consagrados que ainda se dão ao direito de chamar seus críticos de desinformados.

Os prós e contras de Julinho Camargo julho 4, 2011

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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O novo técnico do Grêmio, Julinho Camargo, 40 anos, reúne prós e contras como qualquer uma das opções levantadas durante os dias de especulação sobre quem assumiria a casamata gremista desde o pedido de demissão de Renato Gaúcho. De acordo com a enquete proposta pelo clicEsportes, os percentuais entre os que aprovam sua contratação e os que a desaprovam caracterizam um empate técnico.

Entendo perfeitamente tal empate na aceitação da torcida. Julinho é uma aposta da direção (principalmente de Paulo Odone) que espera repetir o sucesso de apostas gremistas anteriores como Felipão, Tite e, mais recentemente, Mano Menezes. O problema é que há, contudo, diferenças consideráveis entre estes treinadores (mesmo quando começaram no Grêmio) e Julinho Camargo.

Para quem não lembra, os três grandes treinadores mencionados acima, que foram apresentados ao mundo pelo Grêmio, já tinham títulos ou campanhas de expressão com clubes profissionais. Felipão havia conquistado a Copa do Brasil em 1991 pelo Criciúma, Tite havia sido campeão Gaúcho pelo Caxias em cima do próprio Grêmio em 2000, e Mano pelo Guarani de Venâncio Aires em 2002, além da espetacular campanha do 15 de Novembro na Copa do Brasil 2004, quando levou o time de Campo Bom à 3ª colocação na competição.

Ou seja, apesar de serem considerados apostas, todos os três já tinham em seus currículos títulos que os credenciavam ao posto de técnico do Grêmio. Infelizmente, não é o caso de Julinho Camargo.

Mesmo conhecendo muito bem o grupo gremista e sendo uma opção menos rejeitada que Roth, Dunga, Cuca e Adilson, (pontos a favor dele) o novo técnico gremista não tem em seu currículo nenhum título comandando equipes profissionais, apenas os títulos das bases de Grêmio e Inter. E, convenhamos, treinar a gurizada da base é bastante diferente de treinar jogadores com os salários milionários como a maioria dos atletas do elenco Tricolor.

Agora resta esperar para ver como a equipe reagirá à troca de treinador. E, para isso, nada melhor que a pedreira contra o Cruzeiro no meio da semana. Afinal, na era dos pontos corridos o Grêmio não venceu o Cruzeiro em Minas sequer uma vez. Se Julinho conseguir a proeza, garante algumas semanas a mais de tranquilidade. Se perder, apesar de não ser o fim do mundo, a pressão naturalmente aumentará. Pedreira.

Cuca é o novo técnico do Grêmio (ou não) junho 30, 2011

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Suspense no Olímpico. Enquanto Luiz Zini Pires, colunista de Zero Hora com boas fontes, dá como certa a contratação de Cuca pelo Grêmio, Eduardo Cecconi, outro repórter conceituado e setorista do globoesporte.com no Olímpico, diz que acaba de falar com Cuca por telefone e o mesmo nega veementemente até mesmo que tenha sido feito algum contato para que ele seja o novo treinador do Tricolor Gaúcho.

Na minha opinião, acho que Cuca não quis revelar o acerto apenas porque a saída oficial de Renato Gaúcho ainda não foi concretizada (ainda que esteja selada). Neste caso, tudo leva a crer que Zini esteja certo e que, nas próximas horas, Paulo Odone anunciará a contratação de Cuca como novo técnico do clube. Mas como este mesmo jornalista deu como empacada a negociação com Miralles no mesmo dia que o Grêmio o anunciava, toda prudência é pouca.

Como coloquei no post anterior, o lamentável disso tudo é que Renato está saindo justamente agora que o time começava a receber os reforços e retornos de jogadores importantes lesionados. Não que ele seja o melhor treinador do mundo, mas ainda acho (e os históricos de ambos como técnicos confirmam) que Portaluppi é melhor técnico que Cuca.

Marcelo Rospide é melhor opção novembro 26, 2009

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Vendo pela segunda vez no ano a novela da contratação de um novo técnico do Grêmio, confesso que fico impressionado com a falta de tato e percepção dos dirigentes gremistas. Duda Kroeff não tem pulso. É mera figura decorativa na presidência. E para piorar, deixa tudo nas mãos do incompetente Luiz Onofre Meira.

Mas não é só a incompetência da direção que impressiona, sua soberba também. Pela segunda vez no mesmo ano a direção do clube insiste em não ouvir seu maior patrimônio: a torcida do Grêmio. São os torcedores, sócios ou não, que mantém o clube vivo. E mesmo assim, na hora de escolher o novo técnico, a diretoria do Tricolor não atende aos pedidos de seus torcedores.

E não estou falando de pedidos inviáveis como seria Felipão, por exemplo. Estou falando da opção mais simples e barata para o clube no momento. E, ainda assim, a opção com maior probabilidade de dar certo. Marcelo Rospide está pronto e mostrou isso nos dois momentos em que teve a chance como interino.

É gaúcho, gremista e, acima de tudo, conhece o time como poucos. Fala claramente sobre suas ideias acerca do futebol, de esquemas e ainda exerce forte liderança sobre os jogadores que, sob seu comando, jogam mais parecido com o Grêmio aguerrido que sempre conheci.

Basta ver que com Autuori o time não conseguia, por exemplo, nem mesmo empatar com Santo André, fora de casa. Com Rospide o time foi a Minas e barrou o Cruzeiro, que briga por vaga na Libertadores, arrancando um empate impensável com o ex-treinador figurão. Mesmo assim, Meira e Kroeff insistem em procurar alternativas mais caras, de fora e antipáticas para a torcida.

O único treinador, dentre os cogitados, que a torcida aceitaria bem seria Adilson Batista, mas este preferiu aceitar a renovação com o Cruzeiro. Qualquer um entre Dorival Jr., Silas e, o pior de todos, Nelsinho Batista será recebido em um clima de total desconfiança que não permitirá o desenvolvimento de um bom trabalho.

Parece mesmo que os dirigentes tricolores esqueceram da torcida, do passado e da história do clube que dirigem. Como o próprio Tcheco vislumbrou, Marcelo Rospide poderia vir a ser nosso novo Felipão, Tite ou Mano. Mas para os incompetentes desta direção, ele ainda não está pronto. Talvez não estivesse na primeira vez que foi interino. Agora está. Enquanto isso o ex-interino do Flamengo e prata da casa, Andrade, briga pelo título.

Só o que digo a estes senhores, Luiz Onofre Meira e Duda Kroeff, é que Marcelo Rospide certamente não seria pior do que Celso Roth e Paulo Autuori que, além de não conquistarem nada, levaram embora milhões de reais do Grêmio com seus salários milionários e resultados pífios.

A novela do novo técnico do Grêmio abril 27, 2009

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Li há pouco no ClicRBS que Krieger já pensa em manter Marcelo Rospide no comando do time, com o auxílio de Mauro Galvão, caso o clube não chegue a um acordo com Autuori.

Segundo a matéria, o dirigente gremista diz considerar um absurdo pagar um salário de 300 mil Reais (pedida de Paulo Autuori). Concordo plenamente. Até que enfim um comentário inteligente de André Krieger.

Buenas, se Autuori é caro demais e Renato não vem por falta de consenso, confesso que apostar em Marcelo Rospide pode mesmo ser a melhor opção.

O problema, para Krieger, é que, se o time for desclassificado da Libertadores, será ele quem terá que se afastar do cargo, junto com o treinador. Não restará outra opção.

Conselho do Grêmio cobra definição abril 20, 2009

Posted by eduardotrindade in Futebol.
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Finamente os conselheiros do Imortal Tricolor acordaram para a situação e atenderam aos pedidos de socorro da torcida na cobrança por uma definição, o quanto antes, do nome do novo técnico do Grêmio para a fase de mata-mata da Libertadores e para o Campeonato Brasileiro 2009.

Ainda que tardiamente a posição de cobrança do Conselho deve ser importante nas definições, a partir de agora. Só espero que a direção não dê um tiro no pé, contrariando a torcida e indo atrás de algum outro técnico que não seja Renato Portaluppi, caso Paulo Autuori não venha.